A história é contada por fonte segura. Três indivíduos, todos doutorados em Engenharia pela Universidade de Coimbra, jovens, juntam-se e desenvolvem uma ferramenta para detecção de erros em sistemas críticos de software (como o sistema operativo em naves, aviões, etc.). E decidem lançar uma empresa para trabalhar a ideia. Passo seguinte recorrem a um banco, plano de negócios na mão, para obter financiamento. Resposta: "Vocês são uns gajos tão porreiros, são bons, são doutores, por que é que não se dedicam a dar aulas?"
O fim do projecto poderia ser este.
Sucede que, por uma invulgar condição genética que infelizmente não faz parte da cadeia de ADN da grande maioria dos portugueses, os três não desistiram. Traduziram o mesmo plano de negócios para inglês e apresentaram-no a um banco americano. Que agarrou a ideia e desbloqueou as verbas.
Num país à beira da bancarrota, os bancos são instituições que se atrevem a apresentar crescimentos brutais na justa medida em que as famílias mais se endividam. Por falta de cabeça, é verdade... Instituições que, em vez de contribuírem para o crescimento económico e apoiarem ideias não apenas com base no lucro pelo lucro e na usura despudorada, mas no que representam de inovador e de refrescamento para uma economia em agonia, têm práticas abusivas de arredondamento para cima das taxas de juro, cobram comissões inexplicáveis, mercantilizam e favorecem os empréstimos para a aquisição de tralha consumista.
Em Espanha, onde a sociedade não dorme, estão a ser obrigados a devolver verbas.
(crónica de Tsering Paldrön)
Acho que o desenvolvimento de um país se mede pelo civismo dos seus habitantes. Porque onde há civismo há educação e onde há educação vive-se bem, mesmo que seja com pouco dinheiro.
Uma das coisas que mais me afligem hoje na sociedade portuguesa é a falta de civismo pelo que denota de egoísmo mesquinho e de subdesenvolvimento mental. Esta falta de sentido de responsabilidade cívica estende-se de forma aflitiva a toda a sociedade e manifesta-se de alto a baixo da pirâmide social. Desde o absentismo dos deputados da Assembleia, até à maneira selvagem e inconsciente como se comportam na estrada os portugueses, essa ausência crónica de sentido de responsabilidade civil aflige-me, entristece-se e incomoda-me.
Onde quer que os homens vivam em conjunto, seja numa família, numa aldeia, numa cidade ou num país, as regras da convivência social existem para que a vida de todos seja mais simples e mais fácil.
Quando essas regras são cumpridas, quando cada um além de pensar em si, pensa também – um pouquinho que seja – nos outros, tudo é bem mais agradável. É isso que distingue a vida cívica organizada da selva e do caos, do salve-se quem puder.
Não somos decerto mais estúpidos do que os outros. Mas sofremos de um síndroma deplorável que se perpetua de geração em geração: o chiquespertismo, a crença arreigada e irracional de que podemos fazer tudo o que queremos porque somos mais espertos do que toda a gente. Os outros bem podem esperar pacientemente na fila, nós vamos pela berma; os outros bem podem pagar os impostos, nós somos campeões da evasão fiscal; os outros bem podem ter palavra e assinar contratos, nós estamos acima dessas coisas.
O pior é que, cegos pelo nosso atavismo, chegamos a considerar o chiquespertismo como uma qualidade, um ideal de vida, um exemplo a seguir. Não deve haver muitos países onde pessoas suspeitas de corrupção sejam eleitas pelo povo como seus representantes autárquicos. Uma sociedade normal, escolhe os melhores e os mais competentes para a representar e a governar e, assim, esta nossa escolha é a prova cabal do valor que damos ao chiquespertismo e de como ele nos merece toda a confiança e admiração.
Esta atitude infeliz é o mote do nosso portuguesismo. É desta irresponsabilidade que padece a nossa sociedade em geral, irresponsabilidade que se traduz também em incompetência e laxismo.
Não é só por sermos pequenos e pobres que somos pouco desenvolvidos – outros países tão pequenos ou mais do que nós estão entre os mais desenvolvidos da Europa – é sobretudo por sermos tão pequenamente espertos em vez de sermos verdadeiramente inteligentes.
E qual é a diferença? O chico-esperto só pensa nele e só a curto prazo. Quer benefícios avultados e imediatos, seja qual for a factura para o ambiente ou para a sociedade, e mesmo que para tal tenha de pôr os outros – às vezes também ele próprio e a sua família – em risco. O chico-esperto é corrupto e tenta passar através das malhas, com a certeza de que enganará tudo e todos e de que sairá sempre impune. O chico-esperto é oportunista e irresponsável e, como pensa que pode
escapar às consequências dos seus actos, não está de forma alguma preparado as enfrentar.
A atitude inteligente é entender que, como estamos todos ligados, a sociedade funcionará melhor se cada um cumprir a sua parte; que todos ganharemos se os mecânicos, os taxistas, os empreiteiros, os médicos, os advogados e todos nós, formos honestos e tivermos ética profissional; e que, isso assim for, as nossas empresas serão mais competitivas, haverá menos desemprego, mais ideias, mais iniciativa e melhores condições para toda a gente.
Temos um país bonito e cheio de possibilidades, temos uma luz espantosa e um clima estupendo. Somos um povo pacífico e tolerante, acolhedor e caloroso. Se excluirmos os incêndios no Verão (muitos deles fruto da chiquespertice nacional), poderíamos até dizer que poucas catástrofes cá chegam. Então que nos falta para sermos felizes?
Podem crer que, se cada um de nós assumisse as responsabilidades familiares, profissionais e cívicas que lhe competem, Portugal seria um verdadeiro paraíso sobre Terra.
Nota:
Tsering Paldron (Emília Marques Rosa) nasceu em Lisboa em 1954, numa família tipicamente portuguesa. Estudou no Lycée Français Charles Lepierre e, mais tarde, na Universidade de Letras de Lisboa. Por razões pessoais deixou Portugal em 1973 e foi viver para Bruxelas,
onde, pela primeira vez, tomou contacto com o budismo tibetano…….
Entrei apressado e com muita fome no restaurante. Escolhi uma mesa bem afastada do movimento, pois queria aproveitar os poucos minutos que dispunha naquele dia atribulado, para comer e consertar alguns bugs de programação de um sistema que estava desenvolvendo, além de planejar minha viagem de férias que há tempos não sei o que são.
Pedi um filé de salmão com alcaparras na manteiga, uma salada e um suco de laranja, afinal de contas fome é fome, mas regime é regime né?
Abri meu notebook e levei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:
- Tio, dá um trocado?
- Não tenho, menino.
- Só uma moedinha para comprar um pão.
- Está bem, compro um para você.
Para variar, minha caixa de entrada esta lotada de e-mails. Fico distraído vendo poesias, as formatações lindas, dando risadas com as piadas malucas.
Ah! Essa musica me leva a Londres e às boas lembranças de tempos idos.
- Tio, pede para colocar margarina e queijo também. (Percebo que o menino tinha ficado ali)
- Ok. Vou pedir, mas depois me deixe trabalhar, estou muito ocupado, tá?
Chega a minha refeição e junto com ela meu constrangimento. Faço o pedido do menino, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir embora.
Meus resquícios de consciência me impedem de dizer. Digo que está tudo bem. Deixe-o ficar. Que traga o pão e, mais uma refeição decente para ele.
Então ele sentou à minha frente e perguntou:
- Tio o que esta fazendo?
- Estou lendo uns e-mails.
- O que são e-mails?
- São mensagens electrónicas mandadas por pessoas via Internet (sabia que ele não ia entender nada, mas, a título de livrar-me de maiores questionários desses):
- É como se fosse uma carta, só que via Internet.
- Tio você tem Internet?
- Tenho sim, essencial ao mundo de hoje.
- O que é Internet ?
- É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Tem de tudo no mundo virtual.
- E o que é virtual?
Resolvo dar uma explicação simplificada, novamente na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha refeição, sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que fosse.
- Legal isso. Gostei!
- Mocinho, você entendeu que é virtual?
- Sim, também vivo neste mundo virtual.
- Você tem computador?
- Não, mas meu mundo também é desse jeito...Virtual. Minha mãe fica todo dia fora, só chega muito tarde, quase não a vejo, eu fico cuidando do meu irmão pequeno que vive chorando de fome e eu dou água para ele pensar que é sopa, minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas não entendo pois ela sempre volta com o corpo, meu pai está na cadeia há muito tempo, mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos de natal e eu indo ao colégio para virar médico um dia. Isso é virtual não é tio???
Fechei meu notebook, não antes que as lágrimas caíssem sobre o teclado. Esperei que o menino terminasse de literalmente "devorar" o prato dele, peguei a conta, e dei o troco para o garoto, que me retribuiu com um dos mais belos e sinceros sorrisos que já recebi na vida e com um "Brigado tio você é legal!".
Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel rodeia de verdade e fazemos de conta que não percebemos!"
Se é História ou Estória, não importa.
O que importa é a Mensagem!
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores - principescamente pagos - daquela instituição bancária.
A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em «oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço/qualidade em toda a gama de prestação de serviços», incluindo no que respeita «a despesas de manutenção nas contas à ordem».
As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre «racionalização e eficiência da gestão de contas», o «estimado/a cliente» é confrontado com a informação de que, para «continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção», terá de ter em cada trimestre um «saldo médio superior a EUR 1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras» associadas à respectiva conta.
Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR 343,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio de EUR 3,57 (três euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social.
Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar «despesas de manutenção» de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria.
O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos. É sem dúvida uma sordície vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade.
Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa.
Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso a quem se aplicam como uma luva as palavras sempre actuais dos «Vampiros» de Zeca Afonso: «Eles comem tudo/eles comem tudo/eles comem tudo e não deixam nada.»
(recebido por mail)
PROGRAMA
10h00 - Recepção dos participantes, no café Residência, frente à Câmara Municipal de Seia
10h30 – Saída em visita ao Sabugueiro (aldeia mais alta do País). Percurso pedestre no local
12h30 – Almoço no Restaurante "Montanha", no Sabugueiro
14h00 – Visita às Lagoas, pistas de ski e Torre
20h00 – Jantar/convívio na Quinta do Crestelo, seguido de visita ao Museu Nacional do Pão
INSCRIÇÕES ATÉ DIA 15 DE ABRIL !!!
Para saber mais mergulhe no Oceano
Sabia que lhe é possível doar parte do valor do seu IRS, sem perder dinheiro com isso?
O Estado permite que 0,5% do imposto liquidado reverta a favor de uma instituição de
utilidade Pública, ou seja, o Estado envia 0,5% do que iria pagar para a instituição que
entender, para isso basta que essa instituição esteja registada como Instituição de
Utilidade Pública.
A Amnistia Internacional – Secção Portuguesa, foi declarada uma Instituição de
Utilidade Pública nos termos do despacho de 3/4/92, publicado no Diário da República,
II série nº 106, de 8/5/92, pág. 4098 (4).
Quer ver como é fácil?
Na sua declaração de IRS, que apresenta anualmente, deve colocar no Anexo H, no
Quadro 9 (que se encontra no seu verso), no Campo 901 o nosso NIPC (número de
identificação de pessoa colectiva) tal como mostra a figura.
O NIPC da Amnistia Internacional Secção Portuguesa é o 501 223 738.
Este donativo não implica nenhum aumento no pagamento do seu imposto.
A sua consequência é que a AI receberá 0,5% do montante que lhe foi tributado.
No caso de ter alguma dúvida não hesite em contactar-nos para o telefone
21 386 16 52 ou 21 386 16 64.
Obrigado - o seu contributo irá permitir que continuemos a Defender os Direitos
Humanos em todo o Mundo!
Voltamos a repetir... O seu contributo não lhe custa mesmo nada!
Esta será a verdade nua e crua?
Ou os nossos hermanos não passam de uns caluniadores?
Leia, medite e responda.
Na minha modesta opinião, há verdades que doem.....lá isso há....
DESARROLLO-PORTUGAL:
Lejos de Europa
Mario de Queiroz
LISBOA, 21 sep (IPS) - Indicadores económicos y sociales periódicamente divulgados por la Unión Europea (UE) colocan a Portugal en niveles de pobreza e injusticia social inadmisibles para un país que integra desde 1986 el ”club de los ricos” del continente.
Pero el golpe de gracia lo dio la evaluación de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE): en los próximos años Portugal se distanciará aún más de los países avanzados.
La productividad más baja de la UE, la escasa innovación y vitalidad del sector empresarial, educación y formación profesional deficientes, mal uso de fondos públicos, con gastos excesivos y resultados magros son los datos señalados por el informe anual sobre Portugal de la OCDE, que reúne a 30 países industriales.
A diferencia de España, Grecia e Irlanda (que hicieron también parte del ”grupo de los pobres” de la UE), Portugal no supo aprovechar para su desarrollo los cuantiosos fondos comunitarios que fluyeron sin cesar desde Bruselas durante casi dos décadas, coinciden analistas políticos y económicos.
En 1986, Madrid y Lisboa ingresaron a la entonces Comunidad Económica Europea con índices similares de desarrollo relativo, y sólo una década atrás, Portugal ocupaba un lugar superior al de Grecia e Irlanda en el ranking de la UE. Pero en 2001, fue cómodamente superado por esos dos países, mientras España ya se ubica a poca distancia del promedio del bloque.
”La convergencia de la economía portuguesa con las más avanzadas de la OCE pareció detenerse en los últimos años, dejando una brecha significativa en los ingresos por persona”, afirma la organización.
En el sector privado, ”los bienes de capital no siempre se utilizan o se ubican con eficacia y las nuevas tecnologías no son rápidamente adoptadas”, afirma la OCDE.
”La fuerza laboral portuguesa cuenta con menos educación formal que los trabajadores de otros países de la UE, inclusive los de los nuevos miembros de Europa central y oriental”, señala el documento.
Todos los análisis sobre las cifras invertidas coinciden en que el problema central no está en los montos, sino en los métodos para distribuirlos.
Portugal gasta más que la gran mayoría de los países de la UE en remuneración de empleados públicos respecto de su producto interno bruto, pero no logra mejorar significativamente la calidad y eficiencia de los servicios.
Con más profesores por cantidad de alumnos que la mayor parte de los miembros de la OCDE, tampoco consigue dar una educación y formación profesional competitivas con el resto de los países industrializados.
En los últimos 18 años, Portugal fue el país que recibió más beneficios por habitante en asistencia comunitaria. Sin embargo, tras nueve años de acercarse a los niveles de la UE, en 1995 comenzó a caer y las perspectivas hoy indican mayor distancia.
¿Dónde fueron a parar los fondos comunitarios?, es la pregunta insistente en debates televisados y en columnas de opinión de los principales periódicos del país. La respuesta más frecuente es que el dinero engordó la billetera de quienes ya tenían más.
Los números indican que Portugal es el país de la UE con mayor desigualdad social y con los salarios mínimos y medios más bajos del bloque, al menos hasta el 1 de mayo, cuando éste se amplió de 15 a 25 naciones.
También es el país del bloque en el que los administradores de empresas públicas tienen los sueldos más altos.
El argumento más frecuente de los ejecutivos indica que ”el mercado decide los salarios”. Consultado por IPS, el ex ministro de Obras Públicas (1995- 2002) y actual diputado socialista João Cravinho desmintió esta teoría. ”Son los propios administradores quienes fijan sus salarios, cargando las culpas al mercado”, dijo.
En las empresas privadas con participación estatal o en las estatales con accionistas minoritarios privados, ”los ejecutivos fijan sus sueldos astronómicos (algunos llegan a los 90.000 dólares mensuales, incluyendo bonos y regalías) con la complicidad de los accionistas de referencia”, explicó Cravinho.
Estos mismos grandes accionistas, ”son a la vez altos ejecutivos, y todo este sistema, en el fondo, es en desmedro del pequeño accionista, que ve como una gruesa tajada de los lucros va a parar a cuentas bancarias de los directivos”, lamentó el ex ministro.
La crisis económica que estancó el crecimiento portugués en los últimos dos años ”está siendo pagada por las clases menos favorecidas”, dijo.
Esta situación de desigualdad aflora cada día con los ejemplos más variados. El último es el de la crisis del sector automotriz.
Los comerciantes se quejan de una caída de casi 20 por ciento en las ventas de automóviles de baja cilindrada, con precios de entre 15.000 y 20.000 dólares.
Pero los representantes de marcas de lujo como Ferrari, Porsche, Lamborghini, Maserati y Lotus (vehículos que valen más de 200.000 dólares), lamentan no dar abasto a todos los pedidos, ante un aumento de 36 por ciento en la demanda.
Estudios sobre la tradicional industria textil lusa, que fue una de las más modernas y de más calidad del mundo, demuestran su estancamiento, pues sus empresarios no realizaron los necesarios ajustes para actualizarla. Pero la zona norte donde se concentra el sector textil, tiene más autos Ferrari por metro cuadrado que Italia.
Un ejecutivo español de la informática, Javier Felipe, dijo a IPS que según su experiencia con empresarios portugueses, éstos ”están más interesados en la imagen que proyectan que en el resultado de su trabajo”.
Para muchos ”es más importante el automóvil que conducen, el tipo de tarjeta de crédito que pueden lucir al pagar una cuenta o el modelo del teléfono celular, que la eficiencia de su gestión”, dijo Felipe, aclarando que hay excepciones.
”Todo esto va modelando una mentalidad que, a fin de cuentas, afecta al desarrollo de un país”, opinó.
La evasión fiscal impune es otro aspecto que ha castrado inversiones del sector público con potenciales efectos positivos en la superación de la crisis económica y el desempleo, que este año llegó a 7,3 por ciento de la población económicamente activa.
Los únicos contribuyentes a cabalidad de las arcas del Estado son los trabajadores contratados, que descuentan en la fuente laboral. En los últimos dos años, el gobierno decidió cargar la mano fiscal sobre esas cabezas, manteniendo situaciones ”obscenas” y ”escandalosas”, según el economista y comentarista de televisión Antonio Pérez Metello.
”En lugar de anunciar progresos en la recuperación de los impuestos de aquellos que continúan riéndose en la cara del fisco, el gobierno (conservador) decide sacar una tajada aun mayor de esos que ya pagan lo que es debido, y deja incólume la nebulosa de los fugitivos fiscales, sin coherencia ideológica, sin visión de futuro”, criticó Metello.
La prueba está explicada en una columna de opinión de José Vitor Malheiros, aparecida este martes en el diario Público de Lisboa, que fustiga la falta de honestidad en la declaración de impuestos de los llamados profesionales liberales. Según esos documentos entregados al fisco, médicos y dentistas declararon ingresos anuales promedio de 17.680 euros (21.750 dólares), los abogados de 10.864 (13.365 dólares), los arquitectos de 9.277 (11.410 dólares) y los ingenieros de 8.382 (10.310 dólares).
Estos números indican que por cada seis euros que pagan al fisco, ”le roban nueve a la comunidad”, pues estos profesionales no dependientes deberían contribuir con 15 por ciento del total del impuesto al ingreso por trabajo singular y sólo tributan seis por ciento, dijo Malheiros.
Con la devolución de impuestos al cerrar un ejercicio fiscal, éstos ”roban más de lo que pagan, como si un carnicero nos vendiese 400 gramos de bife y nos hiciese pagar un kilogramo, y existen 180.000 de estos profesionales liberales que, en promedio, nos roban 600 gramos por kilo”, comentó con sarcasmo.
Si un país ”permite que un profesional liberal con dos casas y dos automóviles de lujo declare ingresos de 600 euros (738 dólares) por mes, año tras año, sin ser cuestionado en lo más mínimo por el fisco, y encima recibe un subsidio del Estado para ayudar a pagar el colegio privado de sus hijos, significa que el sistema no tiene ninguna moralidad”, sentenció. (FIN/2004)
Sabedoria Popular com os sabores do momento (recebido por mail).
1) Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a cantar, se vires Cavacar, põe-te a chorar.
2) Quem vai ao mar avia-se em terra; quem vota Cavaco, mais cedo se enterra.
3) Cavaco a rir em Janeiro, é sinal de pouco dinheiro.
4) Quem anda à chuva molha-se; quem vota em Cavaco lixa-se.
5) Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão; parvo que vota em Cavaco, tem cem anos de aflição.
6) Gaivotas em terra temporal no mar; Cavaco em Belém, o povinho a penar
7) Há mar e mar, há ir e voltar; vota Cavaco quem se quer afogar.
8) Março, marçagão, manhã de Inverno tarde de Verão; Cavaco, Cavacão, manhã de Inverno tarde de inferno.
9) Burro carregando livros é um doutor; burro carregando o Cavaco é burro mesmo.
10) Peixe não puxa carroça; voto em Cavaco, asneira grossa.
11) Amigo disfarçado, inimigo dobrado; Cavaco empossado, povinho atropelado.
12) A ocasião faz o ladrão, e de Cavaco um aldrabão.
13) Antes só que mal acompanhado ou com Cavaco ao lado.
14) A fome é o melhor cozinheiro, Cavaco o melhor coveiro.
15) Olhos que não vêm, coração que não sente, mas aturar o Cavaco não se faz à gente.
16) Boda molhada, boda abençoada; Cavaco eleito, pesadelo perfeito.
17) Casa roubada, trancas na porta; Cavaco eleito, ervas na horta.
18) Com Cavacos e bolos se enganam os tolos.
19) Não há regra sem excepção, nem Cavaco sem confusão.
20) De Boliqueime, nem bom vento nem porra nenhuma.
BOAS FESTAS
são os nossos desejos
para todos os nossos visitantes e amigos
Ainda estou activo, segundo a Technoratyi, apesar de este post ter sido colocado 3.126.300 segundos após o anterior.
Foi uma ligeira derrapagem em relação ao “caderno de encargos”, mas isso é perfeitamente normal neste país, e eu por enquanto, ainda sou cidadão nacional.
Segundo a mesma notícia só preciso de actualizar este cantinho de três em três meses para continuar Activo.
Assim, tenho de indagar em vários ministérios se a actualização de algumas funções como, trabalho, sexo, etc. é considerada activa se efectuada com a periodicidade trimestral (por acaso soube, já há alguns anos, que, um conhecido empresário, líder de uma confederação empresarial, tinha este ritmo de assiduidade numa sua empresa e tal não invalidava que metesse ao bolso 20.000 contos mensalmente - pena não ser o meu pai!!!).
Como cheguei agora de férias e portanto preciso de descansar, não me vou alongar mais.
Quero contudo, partilhar convosco uma confidência que uma menina – não! não digo o nome! - me fez durante este período estival.
Segundo ela, a relação sexual mais frustrante que uma mulher pode ter é, fazer sexo com um radiologista. Perante o meu olhar atónito ela esclareceu;
- É que ele apenas diz:
Não mexe!
Não respira!
Já está!!!!
Acabei de enviar um mail para um serviço de apoio a clientes.
O texto é elucidativo e julgo que fala por si.
Exmos. Srs.
Na passada 2ª feira, dia 30 de Maio, pelas 15.45, fiquei sem serviço de Internet. Mais tarde descobri que o serviço de TV também estava OFF. Ou seja, não tinha nenhum serviço da TVCabo.
Pensando que seria uma avaria de zona, aguardei pacientemente.
Mas nem nessa noite, nem na manhã seguinte, o serviço ficou operacional.
Reclamando a anomalia cerca das 7.00 da manhã de 3ª feira para o serviço de apoio a clientes da TVCabo, o assunto só foi resolvido cerca das 13.00h desse dia.
O técnico que se deslocou ao local verificou que o cabo que leva o sinal a minha casa estava desligado na caixa existente no sublanço de escada do prédio, apesar de a mesma se encontrar fechada ( sistema de parafusos).
Segundo a sua opinião, não se tratava de qualquer vandalismo sobre a dita caixa mas resultante de um qualquer descuido de quem andou manuseando as cablagens e que, inadvertidamente e talvez após verificação de algum serviço, não voltou a ligar o cabo que leva o sinal a minha casa, vá lá saber-se porquê.
Hoje à tarde, constatando que o serviço de Internet estava novamente off, dirigi-me imediatamente à escada para ver se havia intervenções na dita caixa. Verifiquei que um sujeito, suponho que um técnico ao serviço da TVCabo, estava a mexer nessa caixa e na do piso superior. Indaguei sobre o que se passava indicando que tinha acabado de ficar sem serviço de Internet. Não adiantou o que estava a fazer, simplesmente dizendo que o sinal iria ficar operacional logo a seguir. Na verdade, poucos minutos depois, o sinal estava ON.
Umas horas mais tarde, saindo à rua verifiquei o estado em que o “técnico” tinha deixado uma das caixas de derivação, como podem observar pelas fotos anexas.
Estas caixas, não sendo totalmente seguras, se aparafusadas normalmente mantêm um mínimo de segurança contra intrusões indevidas.
Como as deixaram ficar é simplesmente uma forte tentação a que alguém seja tentado a rebentar com estes fios meios soltos, por puro vandalismo ou, quanto mais não seja, como protesto contra a falta de profissionalismo com que demasiados assuntos são tratados neste país.
E por estas e por outras que por alguma coisa somos a cauda da Europa.
Se a TVCabo não se pode responsabilizar pelo vandalismo que pode afectar toda a sua rede, pode no mínimo velar para que os técnicos que lhe prestam serviço, ainda que de empresas exteriores, tratem das infra-estruturas com o mínimo de qualidade e profissionalismo.
È que o consumidor paga o serviço, a preços pouco competitivos, numa Europa que se quer cada vez mais global, e a qualidade do serviço que recebe não é muitas vezes compatível com o valor que mensalmente despende.
Aproveito a oportunidade para mais uma reclamação:
Ainda hoje aguardo resposta a um pedido de nota de crédito devido à inoperacionalidade do serviço de NetCabo, que apresentei em 30 de Junho de 2004, e que, até hoje, me mereceu apenas, da v/ parte, o mail que a seguir transcrevo:
Estimado Cliente
Esta mensagem é uma resposta automática a confirmar a recepção do seu contacto que ficou registado com o número [rt.dgc.tvcabo.pt #94926], referencia que deverá utilizar, inscrevendo-a no campo " assunto", caso pretenda voltar a contacar-nos pelo mesmo motivo.
O seu assunto merecerá a nossa melhor atenção, pelo que contactá-lo-emos em breve.
Agradecemos a sua preferência e apresentamos os nossos melhores cumprimentos.
TV Cabo Portugal
-------------------------------------------------------------------------
Exmos Srs,
Depois de passar 10 dias sem serviço de NetCabo ou com serviço muito deficiente foi finalmente reparada a anómalia do serviço.
Após a reparação fui contactado por um v/ colaborador a indagar se o problema estava resolvido. Em resposta à minha insatisfação face à demora de reparação do problema disse-me que eu tinha direito a uma nota de crédito pelo tempo de espera sem serviço. Assim solicito que a mesma seja processada a meu favor.
Cliente: xx/xxxxxx/xx
Vitor Marques
Esperando que este assunto seja merecedor de uma profunda reflexão por parte dos vossos serviços, fico a aguardar oque por bem acharem conveniente responderem.
Não aceito, no entanto, uma resposta automática, pré-programada para o tipo de assunto questionado.
Com os melhores cumprimentos,
Vitor Marques
Cliente xxxxxxxxx
PS. Reservo-me desde já o direito de publicitar este assunto como achar conveniente.
“É menos grave matar uma criança de cinco anos do que fazer um aborto” disse hoje um padre, algures neste país, durante uma homilia.
Mais ou menos grave, mais ou menos aborto, mais ou menos padre, mais ou menos estupidez.....
...razão terá talvez aquela paroquiana que afirmou: “o que este padre sabe fazer bem é pedir dinheiro!!!”
Carta escrita em 2070
"Estamos no ano de 2070, acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo muito pouca água. Sim, creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.
Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro com cerca de uma hora.
Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.
Antes todas as mulheres mostravam a sua formosa cabeleira.
Agora devemos rapar a cabeça para a manter limpa sem água.
Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira.
Hoje os meninos não acreditam que a agua se utilizava dessa forma.
Recordo que havia muitos anúncios que diziam "CUIDA DA AGUA", só que ninguém lhes ligava; pensávamos que a agua jamais se podia terminar.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados.
Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta.
Hoje só posso beber meio copo. A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século passado porque as redes de esgotos não se usam por falta de água.
A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozono que os filtrava na atmosfera.
Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.
As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte.
A indústria está paralisada e o desemprego é dramático.
As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário.
Os assaltos por um bidão de água são comuns nas ruas desertas.
A comida é 80% sintética. Pela ressequidade da pele uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40.
Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar agua, o oxigénio também está degradado por falta de árvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.
Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como consequência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações.
O governo até nos cobra pelo ar que respiramos. 137 M3 por dia por habitante e adulto.
A gente que não pode pagar é retirada das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar, não são de boa qualidade mas pode-se respirar, a idade média é de 35 anos.
Em alguns países ficaram manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército, a água tornou-se um tesouro muito cobiçado mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui em troca, não há arvores porque quase nunca chove, e quando chega a registar-se precipitação, é de chuva ácida; as estações do ano têm sido severamente transformadas pelas provas atómicas e da indústria contaminante do século XX.
Advertia-se que havia que cuidar o meio ambiente e ninguém fez caso.
Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo o bonito que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a agua que quisesse, o saudável que era a gente.
Ela pergunta-me: Papá! Porque se acabou a água?
Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não tomámos em conta tantos avisos.
Agora os nossos filhos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.
Como gostaria voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer algo para salvar o nosso planeta terra!"
Documento extraído da revista biográfica "Crónicas de los Tiempos" de Abril de 2002.
Vou ver a Ópera do Malandro, de Chico Buarque, ao Coliseu dos Recreios, no dia 25 de Março às 15.00h (se entretanto o céu não tombar sobre a minha cabeça, como diria o meu amigo Asterix…).
Um dos lugares do camarote que adquiri ficou, por motivos imprevistos, livre.
Assim, de momento, estou com um ingresso a mais.
O preço é o oficial e não tem nada a ver com as loucuras que aí se praticam.
Esta série de espectáculos, na semana da Páscoa, é um extra devido à muita procura no CCB, que rapidamente esgotou.
Há alguém interessado?
(Em caso afirmativo contactar por mail – ver endereço na coluna da esquerda deste blog)
Segundo a Marktest 600 Mil Portugueses Acederam a blogues em 2004
Foram visitados 57 milhões de páginas durante 842 mil horas de navegação
Seiscentos e dois mil portugueses do Continente com quatro ou mais anos acederam a páginas de blogues em 2004, revela um estudo da Marktest.com sobre "A blogosfera em 2004". Este valor representa 36,9 por cento do total de internautas registados no ano.
O tempo total de navegação, por acesso à Internet a partir das residências, foi de 842 mil horas, o que representa uma média de 1h24 por utilizador. Foram visitados mais de 57 milhões de páginas de blogues, a que corresponde uma média de 95 páginas por utilizador.
O mês de maior movimento foi Dezembro, tendo-se registado a visita de 220 mil utilizadores únicos. Os valores mais próximos verificaram-se nos dois primeiros meses de 2004 - 195 mil em Janeiro e 190 mil em Fevereiro. Nos meses seguintes a quebra foi significativa (inferior a 150 mil), para voltar a evidenciar uma tendência de crescimento em Setembro, mês em que acederam a páginas de blogues 162 mil internautas.
O estudo procura definir um perfil do bloguista, que é predominantemente do sexo masculino (68,9 por cento dos visitantes são homens) e idade compreendida entre os 15 e os 34 anos (63,9 por cento). Por classes sociais, os bloguistas são predominantemente indivíduos das classes alta e média alta (47,7 por cento do total). A região do país mais representada é a Grande Lisboa, onde residem 32,1 por cento dos visitantes de blogues.
O estudo da Marktest.com indica ainda que o "site" mais visitado em 2004 foi o www.blogger.com, que registou 193 mil utilizadores únicos. Na segunda posição ficou o blogue www.photoblog.be, com 115 mil visitantes. O terceiro lugar foi ocupado pelo www.gatofedorento.blogspot.com, que registou 77 mil visitantes.
C.P.
Nós blogueiros, propomos desde já, unirmo-nos em um alerta para a humanidade, e implantarmos cada um de nós, a nosso modo e em nosso ambiente, medidas práticas de mudanças!
E com razão. É que cada vez mais se toma consciência de que o combate pela preservação, não tem fronteiras, não é regionalizável e de que a resposta ou é global ou não será resposta.
As chuvas ácidas, o efeito de estufa, a poluição dos rios e dos mares, a destruição das florestas, não têm azimute nem pátria, nem região. Ou se combatem a nível global ou ninguém se exime dos seus efeitos.
As pessoas ainda respiram. Mas por quanto tempo?
Os desertos ainda deixam que reverdejem alguns espaços estuantes de vida. Mas vão avançando sempre.
Ainda há manchas florestais não decepadas nem ardidas. Mas é cada vez mais grave o deficit florestal.
Ainda há saldos de crude por extrair, de urânio e cobre por desenterrar, de carvão e ferro para alimentar as grandes metalurgias do mundo. Mas à custa de sucessivas reduções de reservas naturais não renováveis.
Na sua singeleza, o caso é este:
Até agora temos assistido a um modelo de desenvolvimento que resolve as suas crises crescendo cada vez mais. Só que quanto mais se consome, mais apelo se faz à delapidação de recursos naturais finitos e não renováveis, o que vale por dizer que não é essa uma solução durável, mas ela mesma finita em si e no tempo que dura. Por outras palavras: é ela mesmo uma solução a prazo.
Significa isto que, ou arrepiamos caminho, ou a vida sobre a terra está condenada a durar apenas o que durar o consumo dos recursos naturais de que depende.
Não nos iludamos. A ciência não contém todas as respostas. Antes é portadora das mais dramáticas apreensões.
O que há de novo e preocupante nos dias de hoje, é um modelo de desenvolvimento meramente crescimentista – pior do que isso, cegamente crescimentista – que gasta o capital finito de preciosos recursos naturais não renováveis, que de relativamente escassos tendem a sê-lo absolutamente. E se podemos continuar a viver sem urânio, sem ferro, sem carvão e sem petróleo, não subsistiremos sem ar e sem água, para não ir além dos exemplos mais frisantes.
Daí a necessidade absoluta de uma resposta global. Tão só esta necessidade de globalização das respostas, dá-nos a real dimensão do problema e a medida das dificuldades das soluções. Lêem-se o Tratado de Roma, O Acto Único Europeu e mais recentemente as conclusões da Conferência de Quioto, do Rio de Janeiro e Joanesburgo, onde ficou bem patente a relutância dos países mais industrializados, particularmente dos Estados Unidos, em aceitar a redução do nível de emissões. Regista-se a falta de empenhamento ecológico e ambiental das comunidades internacionais e dos respectivos governos, que persistem nas teses neoliberais onde uma economia cega desumanizada e sem rosto acabará por nos conduzir para um beco sem saída.
Por outro lado todos temos sido incapazes de uma visão mais ampla e intemporal. Se houver ar puro até ao fim dos nossos dias, quem vier depois que se cuide!... e continuamos alegremente a esbanjar a água do cantil.
Será que o empresário que projectou a fábrica está psicológica ou culturalmente preparado para aceitar sem sofismas nem reservas as conclusões de uma avaliação séria do respectivo impacto ambiental?
Mesmo sem sacrificar os padrões de crescimento perverso a que temos ligados os nossos hábitos, há medidas a tomar que não se tomam, como por exemplo:
Dito de outro modo: a moda política tende a ser, um constante apelo às terapêuticas de crescimento pelo crescimento. È tarde demais para desconhecermos que, quando a produção cresce, as reservas naturais diminuem.
Há porém um fenómeno que nem sempre se associa ás preocupações da humanidade. Refiro-me à explosão demográfica.
Com mais ou menos rigor matemático, é sabido que a população cresce em progressão geométrica e os alimentos em progressão aritmética. Assim, em menos de meio século, a população do globo cresceu duas vezes e meia !...
Nos últimos dez anos, crescemos mil milhões!... Sem grande esforço mental, compreendemos aonde nos levará esta situação.
Se é de um homem mais sensato e responsável que se precisa, um homem que olhe amorosamente para este belo planeta que recebeu em excelentes condições de conservação e está metodicamente destruindo; de um homem que jure a si mesmo em cadeia com os seus semelhantes, fazer o que for preciso para que o ar permaneça respirável, que a água seja instrumento de vida e dela portadora, e os equilíbrios naturais retomem o ciclo da auto sustentação, empenhemo-nos desde já nessa tarefa, com persistência e determinação.
Se é a continuação da vida sobre a terra que está em causa, e em segunda linha a qualidade de vida, para quê perder mais tempo?...
Por isso apelamos a todos quantos se queiram associar a este movimento pela preservação Natureza, pela Paz e pelo desenvolvimento harmonioso da Humanidade, para subscreverem este Apelo.
Ao fazê-lo estamos a afirmar a nossa cidadania, enquanto pessoas livres, que olham com preocupação o futuro da Humanidade, o futuro dos nossos filhos!
«Tenho frio!... Frio, muito frio...», gemia ela, apesar do quarto aquecido, dos cobertores, dos dois pares de meias, do robe de lã... «Fri.. /i.. /i-i-o.» E a palavra saiu com os iis todos partidos por mais um ataque de espirros e de tosse .
«O melhor é ires ao médico, estás a ficar cada dia pior», voltou ele a insistir.
«Eu vou, mal amanheça vou ao médico, de facto já estou a achar que isto é fruta a mais para gripe.» E voltou a tossir e a tremelicar com frio.
«Assim não te deixo dormir com tanta tosse. Vou para o sofá da sala.»
«Não, não vais, a sala está fria e vai fazer-te mal.»
«Mas assim não dormes?!... Não demora nada tens de te levantar e ir trabalhar.»
«Logo durmo... deixa estar. Deixa-te estar aqui.»
E ela deixou-se ficar na cama, a tossir e a tremer com frio. E ele, que é muito maior que ela, abraçou-a, aconchegou-a entre as pernas e os braços, aqueceu-lhe aquele frio sem explicação que nascia no interior do corpo, aliviando o aperto do abraço sempre que a tosse, em vagas sucessivas, irrompia. E trouxe-lhe chá quente e mel, e voltou a abraçá-la e a aquecê-la... Embalou-a toda a noite... Até que o dia raiou.
Ó pessoal?!! Batam palmas aqui ao Vitor que, há quase quinze dias, assegura os afazeres mais elementares cá por casa e atura as tosses da esposa – c`est moi – que está com uma bronco-pneumonia. Viva o Vitor! Viva!... (O blog segue dentro de dias... se o rapaz não aproveitar este interregno para se pirar de vez....)
BOAS FESTAS
são os nossos desejos
para todos os nossos leitores e amigos
Para ver animação, ligue o som e clique aqui.
Sua Excelência Primeiro-Ministro de Portugal
Sua Excelência Ministra da Educação de Portugal
Como certamente é do Vosso conhecimento, às 3h30 (três horas e trinta minutos) da madrugada do dia 21 (vinte e um) de Setembro deste ano de 2004 (dois mil e quatro), saiu uma lista de colocação de professores. Dessa lista constava o meu nome e a colocação que me foi atribuída, sendo eu colocado na escola de código 344862, código esse referente à escola EB 2,3 de Castro Marim. Vossas Excelências decerto compreenderão a extrema alegria que para mim significou essa colocação, pelo que foi com grande pesar que tomei conhecimento que, às 4h15 (quatro horas e quinze minutos) da mesma madrugada, a referida lista havia sido retirada e substituída por uma curta declaração que dava como inválido todo o processo que conduziu à sua publicação.
Dado que, ao contrário do que é continuamente afirmado pelos membros do Vosso Governo, a vida está verdadeiramente difícil, dado que não pertenço às centenas de pessoas que foram por Vós nomeadas para cargos na função pública e dado o facto de não acreditar que venha a beneficiar de uma reforma milionária como o Vosso companheiro do PSD Mira Amaral (apesar de ter sete anos de serviço ao contrário dos dois anos que ele prestou na CGD), venho por este meio solicitar que me seja pago o salário correspondente aos 45 (quarenta e cinco) minutos em que estive colocado na escola EB 2,3 de Castro Marim pois esse dinheiro bem falta me faz.
Mais acrescento que, se houver algum problema com o programa informático responsável pelo processamento dos vencimentos, manifesto a minha disponibilidade para me deslocar ao Ministério das Finanças para que possa receber manualmente o que me é devido.
Muito Respeitosamente,
Um Professor do 11º Grupo B
PS - Dado o facto de ter usado nesta missiva palavras ou expressões cujo significado Vos possa ser estranho, elaborei um glossário que segue em anexo a esta carta. Desse glossário constam as palavras em Itálico.
Glossário
11º Grupo B - Grupo disciplinar constituído pelos professores que leccionam Biologia e Geologia ao 3º ciclo do Ensino Básico e ao Ensino Secundário.
Biologia - Ciência que estuda os seres vivos, os seus processos e as suas características.
Geologia - Ciência que estuda a matéria mineral, os seus processos e as suas características.
Matéria Mineral - Matéria que não apresenta as características dos seres vivos. A matéria mineral caracteriza-se, entre outras coisas, pela completa ausência de inteligência ou de sentimentos, mesmo nas suas formas mais primárias. Um pequeno esclarecimento, apesar de todas as evidências nesse sentido, nem o actual nem a antiga Ministra das Finanças se enquadram nesta definição.
Ensino Básico - Por muito estranho que Vos possa parecer, não está relacionado com o ensino das bases que neutralizam os ácidos. O ensino básico corresponde aos nove anos de escolaridade obrigatória em que são ministrados os saberes e desenvolvidas as competências consideradas como essenciais para o desenvolvimento pessoal, social e cognitivo dos alunos.
Ensino Secundário - Ensino de cariz mais técnico e específico que tem como função preparar os jovens para o seguimento dos estudos a nível universitário, ou para a sua inclusão numa via profissionalizante.
Professor - Pessoa que ensina algo a alguém. Profissão bastante considerada e respeitada nas sociedades desenvolvidas. Não confundir com a realidade Portuguesa em que o professor é um nómada sem direito a estabilidade profissional, reconhecimento social nem salário condizente com o seu estatuto.
Escola - Local onde é ministrado o saber e as competências essenciais ao correcto desenvolvimento pessoal, social e cognitivo dos alunos. Não confundir com a realidade Portuguesa em que as escolas são armazéns de miúdos onde professores e auxiliares de acção educativa têm que cuidar dos filhos dos papás, quando estes pensam que se educa uma criança enchendo-a de consolas, playstations, telemóveis de último modelo e roupas de marca.
Auxiliares de Acção Educativa - Profissionais que, nas escolas, auxiliam os professores na sua tarefa de formar pessoal, social e humanamente os alunos. Não confundir com a realidade Portuguesa em que os auxiliares de acção educativa são pessoas sem formação específica que, com contratos precários, salários miseráveis e diminutas hipóteses de progressão na carreira, lavam escadas, limpam casas de banho e cortam a relva das escolas.
EB 2,3 - Escolas que ministram os segundo e terceiro ciclos do ensino básico.
Reforma - Aquilo que a esmagadora maioria dos portugueses recebe depois de 35 anos de serviço ou 60 anos de idade. Excepção feita à Vossa gloriosa casta.
PSD - Também referido por alguns como PPD/PSD. Agência de empregos especializada em colocar as pessoas certas nos lugares errados e nos momentos mais inoportunos, como aliás se pode notar no Vosso caso.
Programa Informático - Software criado por técnicos especializados que, normalmente, é testado antes de adquirido. Quando manuseado por pessoas devidamente formadas para o efeito é bastante prático e poupa muito trabalho.
Manualmente - Com recurso à mão.
PS - Post Scriptum. É uma expressão latina que significa "depois do que está escrito". Não confundir com P.S. (Partido Socialista) que, apesar de não se notar, é o maior partido da oposição.
(recebido por mail)
O Governo vai baixar quatro das seis taxas do imposto sobre as pessoas singulares (IRS) e actualizar os escalões em dois por cento, segundo a proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2005, apresentada hoje.
A taxa do escalão de rendimentos anuais mais baixos (inferiores a 4351 euros) diminui 1,5 pontos percentuais, para 10,5 por cento.
Para o escalão seguinte, afecto aos rendimentos de entre 4351 e 6581 euros por ano, a taxa desce um ponto percentual, para 13 por cento.
Os rendimentos anuais de entre 6581 e 16.317 euros terão uma redução de meio ponto percentual, para 23,5 por cento.
No patamar seguinte, entre um rendimento de 16.317 euros e 37.528 euros, a taxa permanece em 34 por cento. O mesmo não acontece no escalão seguinte, para rendimentos de entre 37.528 e 54.388 euros por ano, que cai de 38 para 36,5 por cento.
Mantêm-se sem alterações as taxas para os rendimentos mais altos (acima de 54.388 euros anuais), que continua a ser de 40 por cento.
Todos os escalões são actualizados em dois por cento, o equivalente à inflação prevista pelo Governo para 2005.
Resumindo,
Rendimentos anuais:
< 4.351 euros verifica-se uma baixa de 1.5%
4.351 e 6.581 euros verifica-se uma baixa de1.0%
6.581 e 16.317 euros verifica-se uma baixa de 0.5%
16.317 e 37.528 euros verifica-se uma baixa de 0%
37.528 e 54.388 euros verifica-se uma baixa de 1.5%
>54.388 euros à 0%
Alguém me consegue explicar porque é que o 5º escalão baixa tanto quanto o escalão mais baixo?
Será por ser onde estão integrados todos os da corja que vão aprovar o orçamento?
Ou será que é só para gozar com a cara de todas as pessoas que estão no super escalão 4 ?
Ou será que existe algum tipo de comparação entre os pobrezinhos do 1º escalão como os 'pobrezinhos' do 5º escalão?
Alípio Noronha
Anunciou o governo: "O IVA das fraldas vai descer".
Respondeu o Zé Povinho: "Decisão natural de um governo que só faz merda!"
"Repousando na protecção da porta de casa, imobilizados os entreténs, o desejo feminino anseia por desvendar no longínquo horizonte o infinito escondido atrás do infinito; o apetecível inatingível. "
MJM
Foi esta a frase que ganhou o passatempo Dali - uma pergunta, uma resposta, um prémio promovido pelo Golfinho.
O texto seguinte chegou via mail.
A ser verídico tudo aquilo que a seguir se conta, então a situação é grave, direi mesmo... muito grave.
Exmo. Sr. ou Sr.ª:
Vem isto a propósito do caso Prof. Marcelo Rebelo de Sousa.
Nasci e tenho vivido num pequeno concelho (Pombal) do Litoral-Centro (Distrito de Leiria). Não milito em nenhum grupo partidário. Sou um simples cidadão nascido seis anos antes do 25 de Abril de 1974.
E como cidadão, ingénuo a pensar que haveria liberdade de expressão e de opinião, criei em Julho passado um "blog" na Internet que pretendia ser um espaço de reflexão e de debate de ideias, com críticas construtivas, sobre o que está a acontecer na minha Terra. Nomeadamente sobre a actividade da respectiva Câmara Municipal e outras instituições. Esse "blog" num espaço de dois meses registou mais de 6.700 visitas, tendo sido comentado em grande número por outros cidadãos/munícipes.
A respectiva autarquia, presidida pelo social-democrata Eng. Narciso Mota, nunca usou o princípio do contraditório. Apesar de reconhecer que alguns dos temas abordados tinham a sua veracidade, alterou alguns procedimentos, dando razão ao que por lá se escrevia.
Reconhecendo que o "blog" era incómodo para o Poder (leia-se, Câmara Municipal), o senhor presidente entendeu que a melhor forma de usar o "contraditório" era acabar com o mesmo. Vai daí, entrou em contacto com a direcção/administração da empresa onde eu trabalhava e
denunciou a sua existência, fazendo ver que o "blog" era "gerido" em horas de expediente.
A direcção da empresa de imediato, e justificando que aquela situação lesava a relação institucional com a Câmara Municipal, até porque necessitava desta para legalizar algumas situações pendentes, despediu-me.
Isto, não argumentando com falta de profissionalismo ou de produtividade. Mas sim, porque o senhor presidente da Câmara assim os contactou para o efeito.
Esclareci a situação e comprometi-me a eliminar de imediato o "blog", o que foi feito e aceite. Precisamente um mês depois, e pelo meio alguns encontros realizados entre o presidente da Câmara e a direcção/administração da empresa, fui novamente confrontado com o despedimento. E perante duas opções: instauração de processo disciplinar ou demissão voluntária, optei pela segunda.
Ou seja, a intervenção do senhor presidente da Câmara Municipal de Pombal neste processo é um facto. Tanto o é que um dos seus vereadores afirmou perante algumas pessoas "já acabámos com o blog".
Esta situação é notoriamente idêntica à que aconteceu com o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa. Na sua proporção, obviamente. Mas, com um senão... o meu futuro. Estou desempregado, com duas crianças de 20 meses para criar, casa e carro para pagar. E esposa também desempregada.
E tanto mais que, ainda há dias, ouvi da boca de um eventual empregador: "reconheço que és a pessoa indicada para o meu projecto, mas quando o senhor presidente da Câmara soubesse, caía o Carmo e a Trindade. E eu não quero ter problemas com esse senhor".
É triste que 30 anos depois de uma revolução, ainda haja quem de uma forma nojenta e vergonhosa, censure as vozes discordantes para que estas não expressem livremente as suas opiniões.
Com os melhores cumprimentos
Atentamente
Orlando Manuel S. Cardoso
Rua Paul Harris, nº 13 - 1º Esq
3100-502 Pombal
Telef.: 236213594 - 936354363
E-mail: orlando.cardoso@zmail.pt
Que o beato Bagão quer pôr as pessoas a reformarem-se com 65 anos mas, pelo sim pelo não, ele passou à situação de reforma em 01-07-2004 com apenas 56 (cinquenta e seis) aninhos.
Se isto é realmente verdade… é um vergonhoso escândalo!
....de porrada.
A virose atacou em grande.
Não!!! Não foi no PC!!!
Foi em mim!!!
Hoje fui utente do Catus (urgência). Espera de quase três horas. Não está mal - pelo menos não tive de me levantar às cinco da manhã para ir marcar consulta.
Disse a Doutora que não é nada de grave: é a “fruta” da época, as gripes do início do Outono.
Se alguém precisar de justificativo para uma “baixa” avise: mando-lhe uns vírus por correio “verde” (que está na moda e não precisa de selo – atenção que é o correio, não é o verde de Alvalade!).
Depois disto vou voltar à horizontal e aos chazinhos de limão com mel.
Até breve…
É engraçado ver os preços de alguns produtos em Portugal e depois comparar com os preços que se praticam no estrangeiro.
Há algum tempo atrás fiquei a saber que iria sair o pack da trilogia “Star Wars” com os três primeiros filmes da saga. Andei a pesquisar em alguns sites no estrangeiro onde havia a opção de “pré-order” (pré encomenda), e via preços na ordem dos 50 EUR.
Hoje saiu finalmente o dito pack em Portugal, e confesso que não fiquei muito espantado com os preços com que me deparei. Ora então cá vão os preços em diferentes locais do país / resto de Mundo:
Fnac Portugal - 69.95 EUR
Worten Portugal - 69.99 EUR
Blackstar (Sendit) UK - 42.41 EUR DVDGO (Espanha) - 50 EUR
EzyDVD (Austrália) - 40.22 EUR Benson's World (UK) - 42.41 EUR
Mesmo na Fnac França em França o preço é "apenas" cerca de 20 euros mais barato (49.99 EUR)
Nós devemos ser o país na Europa que mais paga por tudo e mais alguma coisa...
Eu acho isto absolutamente incrível....
Este é apenas mais um exemplo. Ainda há pouco tempo vimos a história dos preços no IKEA e pelos vistos o mail resultou.
Pode ser que este mail chegue aos ouvidos de alguém responsável neste país, e comecem a ver que já estamos fartos de ser "entalados".
(recebido por mail)
Anda a germinar na blogosfera uma nova ideia: um Teleblog.
A ideia consiste em realizar uma "Emissão" conjunta de todos os Blogs que queiram aderir, por forma a conseguir, em dia a determinar, juntar, às 20:00 horas, as notícias de tudo quanto de melhor (e pior, claro!) acontece no país e que, por força dos alinhamentos "terroristas" das diversas televisões, não é possível conhecer.
Este é mais um dos desafios que António Colaço nos propõe para "dar cabo da filha da puta da indiferença que está a tomar conta das nossas vidas"
No próximo dia 6 de Outubro, comemora-se a passagem de Amália Rodrigues, para o plano espiritual.
Desafio assim, todos aqueles que queiram, na caixa de comentários, deixar um pequeno texto, em prosa ou poesia, sobre a grande Amália.
No final, haverá um prémio. Um disco de Amália Rodrigues, nunca editado em Portugal (Quando viajo, um dos meus prazeres é procurar discos raros de Amália. E quase sempre encontro. Trata-se pois, do álbum "Semplicemente il meglio", um dos álbuns em Italiano, da Nossa Diva. O prémio, será assim, para aqueles que gostam de Amália, mais apetecido, dado tratar-se duma obra, que foi premiada em Itália, mas que Portugal desconhece. Daí o seu interesse, creio eu.)
É evidente que não haverá um júri. Serei eu, a analisar os vossos textos, e serei eu, a decidir qual o premiado. (Afinal, fui eu que comprei o disco. Por isso, atrevo-me a esta pequena prepotência... eh eh eh !!!)
Depois de anunciado o nome do vencedor, este, por 'email', enviar-me-á o endereço, para o qual deverei expedir o disco.
Tudo isto afinal, não passa duma maneira singela, porém sentida, que encontrei, de homenagear a mulher portuguesa mais célebre do século xx.
Obrigada pela colaboração
Alguns amigos estão a estranhar a falta de comparência aos treinos, aqui, na blogosfera.
Não há problema nenhum.
Estamos só e apenas em mudanças de máquina: é só move’s, copy’s e install’s.
Ainda vamos estar ocupados mais uns tempinhos.
Obrigado pela preocupação.
Um grande abraço para todos.
Ontem não houve posts.
Passei o tempo disponível a escrever vários E-mail 
Trabalhámos bem,
mas nada de muito visível.
Para a semana vamos tentar produzir mais para esta comunidade 
Uma boa semana para todos vocês!!!
Apresentamos uma antevisão do encontro de bloguistas que, hoje à noite, vão dar dois ou três dedos de conversa entremeados por umas lascas de bacalhau e uns lombinhos de porco. Um néctar alentejano ajudará a fluir o pensamento.
(A identificação de cada blog deverá ser levantada à entrada do restaurante e colocada sobre a mesa no lugar escolhido por cada um)
PS – se tiver de conduzir, não beba! Outros beberão por si!
Não há dúvidas, o jantar promete!
A aderência à reunião foi tão grande que o Zeca fechou as inscrições!
É o maior encontro de bloguistas realizado até hoje no nosso país, ao que consta.
São 54 os participantes!!!
Parabéns Zecatelhado!!!
É ele o grande obreiro deste convívio.
A irmandade inscrita:
A Rádio em Portugal(1) ; A Verdade da Mentira(1) ; Alfredo F.(1) ; Amnésia(1) ; Blogquisto(2) ; Catedral(2) ; Cidadão do Mundo(1) ; Com pinga de sangue(1) ; Claque Quente(1) ; Companhia da Seilá(1) ; Congeminações (2) ; Crónicas de Uma Boa Malandra(1) ; Ene Coisas(1) ; Gandratruk(1) ; Golfinhu2(1) ; Intervalos(1) ; Invento(1) ; Inconformada(1) ; Jacky(1) ; João Tilly(2) ; Libelua(1) ; Lusofolias(1) ; Melga(1) ; Mulher dos 50 aos 60(1) ; Nova Floresta(1) ; O Emergir Vespertino(1) ; O Fogo de Prometeu(1) ; O Vento lá fora (1) ; Olha o Passarinho(1) ; Pandora's Box(1) ; Paraíso Infernal (1) ; Passo a Passo(1) ; Planície Heróica (1) ; Portugal no Seu Pior(1) ; Puta de Vida ... ou Nem Tanto(1) ; Retorta(1) ; Sete Mares(1) ; Tadechuva (1)* Último Reduto(2) ; Universos Assimétricos(2) ; Uno e o Múltiplo (1) ; Um irmão sem blog(1) ; Wind(1) ; Objectiva 3 (1) ; O Código de Santiago(1) ; MJM(2) ; Orelhas Quentes(1)
No blog da Maria poderá encontrar os link’s destes amigos participantes no evento.
No blog do Ognid poderá encontrar informações sobre transportes públicos.
Este blog esclarecerá, o melhor que souber, qualquer dúvida sobre o trajecto para o restaurante; poderão colocar as dúvidas nos comentários ou através do e´mail.
Aqui fica, mais uma vez, o mapa local do Restaurante Brisa do Rio.
Esqueci que o Zecatelhado está com problemas com a Net.
Assim tão rápido não vai poder confirmar a questão que lhe coloquei.
Por todas as indicações que ele deu sobre o local do repasto, tudo indica que o restaurante é este (o nome é ligeiramente diferente). O Ognid está de acordo com esta localização.
A ser verdadeira esta localização, a distância da Gare do Oriente ao restaurante é grande (mais de dois quilómetros). O Ognid está à procura de transportes públicos que sirvam especificamente a zona do restaurante (o que não deve ser fácil).
O carro será a alternativa mais fácil se bem que tenha o inconveniente do condutor ter de ser muito moderado na bebida – aquela zona sofre de controle policial muito apertado especialmente ao fim de semana. Eu pessoalmente estou na dúvida do método que irei optar (apetecia-me beber uns copos descontraidamente).
Sujeito à confirmação do Zeca aqui fica um mapa, mais preciso, com a localização do restaurante.
Não esquecer de que tudo isto tem de ser confirmado pelo Zeca!
PS - Está a haver problemas com o servidor da Netcabo e as imagens por vezes não abrem.
O mapa aqui publicado parece que levantou algumas dúvidas nalguns amigos.
Não sabia a localização exacta do restaurante e por isso não o assinalei no mapa.
Penso que já a conheço neste momento, aguardo só uma confirmação do Zecatelhado.
Assim que receba a resposta de confirmação insiro aqui a imagem.
Para aqueles que não têm GPS, aqui fica um mapa com o local do repasto.
Assim não venham dizer que não deram com a “coisa” e que ficaram perdidos......a ver as “montras”.
Devido a dificuldades de última, o local do nosso querido Jantar/Encontro foi mudado.
Assim, o grandioso evento terá lugar no Restaurante BRISA DO TEJO, na Rua Ilha dos Amores ( que nome sugestivo!), no Parque Expo. Fica pertíssimo do Centro Comercial Vasco da Gama, mesmo ao lado da esquadra da Polícia e do Clube House.
Ementa:
Couvert: Pão, manteiga e azeitonas temperadas
Sopa: Caldo Verde
Peixe: Bacalhau com amêndoas e broa
Carne: Lombos de porco com molho de laranja e mel
Sobremesa: Mousse de chocolate, Mousse de manga
Vinho: Borba ( branco e Tinto ), Água Mineral, Cerveja
Café
O preço disto tudo por pessoa é de +_ 20 Euritos por cabeça.
Sábado dia 18 de Setembro às 20h
Só faltam 7 dias!
Ponto da situação às 12horas de 11-09-2004:
Confirmados 43 Irmãos!
*- Tadechuva.................Zecatelhado
*- O Fogo de Prometeu .......Prometeu
*- Amnésia...................Amnésia
*- Golfinhu2.................Golfinho
*- A Verdade da Mentira......Vítor M.
*- Último Reduto............Pedro Guedes e esposa
*- Passo a Passo.............Manuela Vaz
*- Catedral..................Ognid+Lmatta
*- Puta de Vida ou Nem Tanto.....Maria
*- Claque Quente.............Clark 59
*- Sete Mares................Orca
*- A Rádio em Portugal ......Jorge G. Silva
*- Melga ....................Francisco
*- Invento...................Sapador Florestal
*- Universos Assimétricos....Perplexo
*- Portugal no Seu Pior......Armando
*- Crónicas de Uma Boa Malandra ...Roxy
*- Paraíso Infernal..........Andreia
*- Blogquisto ...............J.Gonçalves + esposa
*- Plnície Heróica.............Francisco + esposa
*- Pandora's Box...............Pandora
*- Gandratruk .................Gandratruk
*- Congeminações ..............Raúl + esposa
*- Libelua.....................Sara
*- Nova Floresta ..............Luís Bonifácio
*- João Tilly..................João+Companheira
*- Uno e o Múltiplo............Uno
*- Intervalos..................Seilá
*- Perdida......................Myryan
*- Cidadão do Mundo......Fernando + esposa
*- O Vento lá fora...........Paulo Querido + Luís
*- Olha o Passarinho.......M.G.
*- Irmão sem blogue....... J.F.
*- O Emergir Vespertino... Rodrigo Ribeiro
*- Lusofolias.................... António
Vai ser de arrasar! (*)
Vai haver surpresas muito boas!!!!! (*)
(*) Garantias Tadechuva
«A Internet, tal como a conhecemos hoje, cheia de imagens, vídeos e animações, só apareceu na década de 90. Mas a primeira comunicação entre um computador e outra máquina - o "embrião" da troca de informação virtual à escala planetária - aconteceu a 2 de Setembro de 1969, na Universidade da Califórnia...
...Em Portugal, a rede começou em 1983, no Instituto de Engenharia de Sistemas de Computadores, que ligou os seus computadores ao nó central da rede europeia, na Holanda. Mas só em 1994 apareceram os primeiros servidores para o público em geral.»
in Público
Esta rede é uma teia fabulosa.
Muito do conhecimento está ao alcance de um clique.
A informação circula a uma velocidade impressionante.
Seria impensável, neste estádio do desenvolvimento, viver sem a rede.
E sem Internet não haveria blogosfera!
Parabéns Internet !!!
Perante a atitude arrogante e prepotente, para além de desrespeitadora do direito de livre circulação na EU, deste Governo ao proibir a entrada do barco “Borndiep” da organização holandesa Women on Waves em águas nacionais, está convocada uma
CONCENTRAÇÃO DE REPÚDIO PELA DECISÃO DO GOVERNO
4ª FEIRA, 1 SET
18 HORAS
FRENTE À RESIDÊNCIA OFICIAL DO PRIMEIRO-MINISTRO
Deveríamos aparecer em maior número possível!
Parece que dá vontade de gritar: “Santana põe-te a milhas!”
Via Grão de Areia
As associações que apoiaram a vinda do navio da Women on Waves estão a promover um abaixo-assinado de protesto pelo impedimento da entrada do referido barco em Portugal. O documento, conjuntamente com as assinaturas, será entregue durante uma concentração marcada para amanhã, dia 1 de Setembro, às 18 horas, em frente à a residência oficial primeiro-ministro, em São Bento (ver post abaixo).
Assina e divulga esta iniciativa, cujo texto pode ser assinado aqui.
Com a entrega marcada para amanhã à tarde, há alguma urgência na recolha.
Às 19h30 de hoje, a "versão online" deste abaixo-assinado tinha 790 assinaturas.
Via Grão de Areia
O governo português interditou a entrada ao Barco do Aborto em Portugal.
«A bem da eficácia deste tipo de bloqueio, aconselho os ditos deputados a fazerem uma espera na Clínica dos Arcos, em Badajoz, que não vêm de barco mas entram todos os dias por Portugal a dentro, através de discretos anúncios amarelos no Público, no Correio da Manhã, e outros jornais, com o intuito de capturar inocentes jovens que querem interromper a gravidez....
....Este pequeno episódio é a máxima da avestruz elevada a uma potência astronómica (quer dizer, a avestruz é nesta história toda a que menos finge que nada está a acontecer; parece que o mito de enfiar a cabeça na areia é uma pura invenção). Fica aqui o apelo: senhores ministros, vão para Badajoz impedir que as Portuguesas entrem nessas clínicas; façam vigílias, caça às bruxas, e outras coisas assim, que a malta já se esqueceu de como é que era....»
O grande "Jantar/Encontro" da Blogosfera está a ser organizado pelo Zecatelhado.
Em princípio (faltam ultimar uns retoques ) o evento deverá realizar-se no Restaurante " A VALENCIANA ", na Rua Marquês de Fronteira, em Campolide, pertinho da Penitenciária de Lisboa ( tenham calma que ninguém corre o risco de ir preso, garante o Zeca ), e vai ser mesmo no
Sábado dia 18 de Setembro às 20h
Muitas felicitações ao Zeca pela iniciativa!
......há que saber aproveitá-la.
Remador português brilha pela Itália
BRUNO Mascarenhas, português e praticante de remo, qualificou-se para a final olímpica de hoje de «Shell 4 Lightweight»... pela Itália.
Campeão mundial de juniores por Portugal em 1999, o que significou a primeira medalha lusa numa competição internacional nesta modalidade, Bruno Mascarenhas acabaria por se naturalizar italiano em 2001, em ruptura com a Federação Portuguesa de Remo.
Em 2002, já integrado numa equipa transalpina, ganhou uma medalha de prata no Mundial e, no ano seguinte, conquistou uma de bronze - resultados que a Itália não alcançava desde 1995. Por este país, conseguiu agora um lugar na final de Atenas.
O atleta, de 23 anos, começou a praticar a modalidade em Roma, em 1990. Em 2001, após uma série de divergências com a Federação Portuguesa de Remo, agravadas com a entrada em funções de um treinador polaco «que não falava português», rompeu com a Federação e naturalizou-se italiano.
in Expresso
Mais detalhes desta história poderão ser lidos em Italianos ao ritmo português.
Vinte e oito anos à espera de uma linha telefónica
Em 1976 George Titianu, um cidadão romeno de Suceava, no norte do país, fez o pedido de instalação de uma linha telefónica. Recentemente recebeu a resposta da operadora "Romtelecom". Numa carta que lhe é endereçada, George Titianu é informado que, 28 anos depois de fazer o pedido, "não há linhas disponíveis". Na carta acrescentavam que a empresa mantinha, contudo, o seu pedido e pediam-lhe ainda para preencher um formulário anexo. A isto Titianu respondeu: "Sinto-me honrado que não me tenham esquecido durante estes 28 anos, mas entretanto casei, sou pai de filhos e até já consegui uma linha telefónica na minha nova casa."
Dizem os entendidos que a banana há teve melhores dias. Isto apesar de existirem por aí muitas repúblicas das bananas.
Que fazer então? Nada de mais simples, reinventar a banana, ou por outras palavras dar à banana novos sabores. Banana com sabor a morango estará disponível já a partir do próximo ano. Outros sabores serão disponibilizados em breve.
Já agora, apresento aqui uma sugestão.
Que tal lançar uma água com sabor a vinho?
O pessoal satisfazia o paladar, não havia acréscimo de álcool no sangue e os sopros no balão sairiam negativos. Era ouro sobre azul.
Reverso da medalha: os produtores vinícolas não iam achar piada nenhuma à ideia.
Apesar do calor, do muito calor, e das horas, as muitas horas de viagem, foi bom ir ao Alandroal, por muitos motivos, um deles o excelente peixe do rio à casa que comi ao almoço.
O peixe sabiamente retalhado para fritar no seu melhor, e vestido depois com um espesso molho de poejos estava simplesmente 10 (10 em 10:).
As excelentes burras grelhadas que a seguir se apresentaram até pareciam envergonhadas.
E o menos não foi certamente o colóquio sobre blogs, que correu lindamente.
Fica aqui o texto da minha intervenção, para o que der e vier.
E, já agora, qual é o único peixe que sendo grelhado nunca o é?
O blog como exercício de escrita, o blog como exercício de proximidade
by Maresia convida-vos a virem vestir a nossa arte...
10 de Julho, 19 horas no Brisa do Mar
aqui....no sitio do costume.
Gostaria muito que estivessem presentes no nosso primeiro evento. É um momento importante para nós, e adorávamos poder contar com os nossos amigos. Haverá um pequeno cocktail e podem até jantar por aqui.
Durante a próxima semana vou fazer "charaaaam" e colocar aqui as nossas carinhas larocas... Senão como nos reconheceriam?
Da minha janela, eu convido... Apareçam! Venham sentir a força da maresia.
A diferença entre Portugal e a República Checa
é que a República Checa tem o governo em Praga
e Portugal tem a praga no governo.
«Se Durão Barroso foi escolhido pelo voto de sete milhões de portugueses, deveremos achar bem que o seu sucessor - com todas as dificuldade que vai enfrentar - seja escolhido por 70 dirigentes partidários?» questiona Freitas do Amaral, numa Carta Aberta ao Presidente da República, Jorge Sampaio, pedindo que este dissolva o Parlamento e convoque eleições antecipadas, antes do PSD lhe propor um nome para substituir o actual primeiro-ministro.
Ontem recebemos um apelo da comunidade iraniana.
O governo iraniano censura todos os conteúdos da informação internacional nos jornais, televisão e chamadas telefónicas. A censura chegou agora também à Internet.
Assim apelam à nossa solidariedade para um protesto contra o governo iraniano.
Iranian blogwriters need your solidarity. Join them and protest against the Iranian government for filtering the weblogs and internet sites. sign this petition:
http://www.petitiononline.com/irancnsr/petition.html
Petition
To:
Human Rights Watch
International PEN
Reporters without Borders
We, the undersigned, hereby express our condemnation of the forthcoming legislation to implement blanket filtering of Internet traffic in Iran.
The Iranian Government has systematically and methodically denied Iranians the ability to speak freely and communicate with each other and with people outside of the country, through suppression of the national press, television, telephone calls and now the Internet. The free expression of ideas and opinions is cherished by Iranians, and we hold this to be a fundamental human right. We condemn all efforts by governments and telecommunication firms both within Iran and outside of the country who implement restrictions to the free exchange of speech and ideas.
We respectfully request that you place pressure upon both your local and the Iranian governments to reinstate free speech and communication on the Internet, and limit censorship of traffic to material that is universally, unanimously and internationally condemned.
Sincerely,
À Presidência da República
Portugal, 26 de Junho de 2004
Venho por este meio manifestar a V. Ex.a., enquanto cidadão atento e interessado na construção cívica do país, a minha disponibilidade para o cargo de Primeiro Ministro de Portugal, informado que fui que o cargo se encontra disponível a quem quiser assumir as responsabilidades de tão importante função.
Desde já lhe garanto a minha total fidelidade ao conteúdo programático que tenho em mente, e, embora sabendo que não é um programa particularmente populista, estou certo que tranquilizará V. Ex.a., e, até se perspectivarem melhores oportunidades políticas, económicas ou outras, comprometo-me a dignificar o cargo através da fidelidade ao programa político inicialmente assumido pela minha pessoa e respectivo gabinete.
Em anexo, envio-lhe a constituição do executivo.
Atenciosamente,
Um cidadão preocupado
Ministro das Finanças..................................................... Pedro Escobar
Ministro da Economia...................................................... Mello Antunes
Ministro da Educação..................................................... Gilberto Madaíl
Ministro da Cultura ............................................... Ministério a extinguir
Ministro da Ciência e do Ensino Superior................ Ministério a extinguir
Ministro da Saúde......................................................... Saraiva Almeida
Ministro da Defesa.............................................................. Ulrrico Bota
Ministro dos Negócios Estrangeiros.................................... João V. Pinto
Ministro da Solidariedade Social............................. Ministério a extinguir
Ministro da Administração Interna................................ Manuel Damásio
Ministro da Mobilidade Social[1].......................................Santana Lopes
[1] Ministério a criar
in Publicus
Esta poderia ser a resposta após um sono retemperador.
Ontem, após o jogo da França versus Grécia, onde a turma de Zinadine Zidane ganhou um merecido bilhete de regresso a casa, embalei nos braços de morfeu, não este (ó homem não se assuste), mas o outro, o deus grego do sono (apesar de, segundo li por aí, o deus grego do sono ter sido Hipno, Morfeu, ora é dado como seu filho, ora como secretário. As suas funções eram mais correctamente as de manter rigoroso silêncio na mansão onde vivia Hipno, um antro profundo, a que não chegavam os raios solares e cuja entrada era tapada por tufos de papoulas e outras plantas com o dom de provocar o sono. O rio do esquecimento passava no palácio, onde só se ouvia um leve sussurro das suas águas. Hipno dormia num leito de ébano, cercado de cortinas negras, tendo numa das mãos um chifre e noutra uma presa de elefante. Hipno era filho de Érebo e da Noite e irmão de Tânato - a Morte).
Depois da loucura de quinta feira à noite e do coração a trabalhar nos limites a fadiga venceu e não houve bloguices para ninguém.
Mas têm sido uns dias espectaculares.
Pela primeira vez, penso eu, tem havido um inequívoco apoio à selecção a uma só voz.
Vamos a ver o reverso da medalha, quando esta esfuziante alegria acabar.
Nota: estou a vender a história da mitologia tal e qual como a comprei. Olha, se não for bem assim queixem-se a Júpiter ou a Zeus. Outra hipótese é reclamarem na Deco.
Uma das maiores emoções da minha vida.
Foram cento de vinte e tal minutos de sofrimento.
O que se seguiu é indescritível.
Não há palavras que consigam testemunhar a realidade que vai no país.
Assim fico-me com duas palavras,
FORÇA PORTUGAL!







FORÇA PORTUGAL!
A comunicação social tem dado bastante destaque às movimentações do milionário russo Roman Abramovitch no nosso país. O texto que se segue chegou por mail; se corresponde totalmente à verdade não sei. Mas mais milhão menos milhão é “muita fruta para a minha camioneta”.
«Para aqueles que ficam escandalizados com o ordenado que vai ser pago ao José Mourinho, recomendo a compra da revista MAXMEN de Junho 2004 que traz um artigo "O Código de Abramovitch" que explica como enriqueceu o milionário russo dono do Chelsea. Só para dar uma ideia, transcrevo: "O primeiro negócio de Roman Abramovitch foi fabricar e vender, de porta em porta, patinhos de plástico. Hoje é dono de 80% da Sibneft, uma das 4 maiores empresas petrolíferas mundiais. Ele tem: 2 aviões particulares (Boeing 767 e 737), no valor de 150 milhões de euros; 3 iates de luxo, no valor de 500 milhões de euros; 7 casas em Inglaterra, Alemanha, França e Rússia, no valor de 250 milhões de euros; 2 helicópteros (Dauphine), no valor de 29 milhões de euros; 11,2 mil milhões de euros, o que dava para:
- pagar os Estádios de Alvalade (80 milhões) e da Luz (118 milhões),
- depositar 1000 euros na conta de cada português e comprar ainda 15 Porsches Cayenne Turbo (138 mil euros cada);
- construir 95 Estádios da Luz (118 milhões);
- liquidar a divida pública portuguesa (5,6 mil milhões) e ainda fazer 47 estádios da Luz;
- fazer 557 Neverlands (rancho de Michael Jackson - 20 milhões) e ainda oferecia uma lata de Coca-Cola a todos os americanos (58,5 milhões de euros);
- forrava as paredes de casa com 130 quadros do "Rapaz com Cachimbo" de Picasso, a obra de arte mais cara vendida até hoje (85,7 milhões de euros);
- dava um prémio de 65 mil euros por jogo da Super Liga a cada um dos 18 convocados do Futebol Clube do Porto durante 281 épocas, etc, etc...
Pensando bem, o Mourinho até está muito mal pago! E eu, então, nem se fala!!!»
Depois destes dados, sugere-se à nossa ministra das finanças que sonde o rapazinho sobre a viabilidade dele se naturalizar português e começar a pagar impostos no nosso país.
Era capaz de acabar com o nosso crónico défice orçamental!!!
....da namorada. Um dia pode ser preciso. Só a pedido – macumba 1.8 Mb
Se não aprecia estes bruxedos sempre pode ouvir o Hino do Euro2004
Também só por pedido – mp3 com 3.7 Mb
Parece que o turbo lento acabou!
A net voltou ao normal!?!
O culpado? Foi modem.
Mas a confusão ainda não acabou!
Há que meter a casa em ordem. Os mail’s são mais que muitos e vai demorar um pouco a pôr tudo em ordem.
Não sei se há perda de correio. Se alguém pediu algo e ainda não recebeu, favor pedir outra vez – o pedido pode andar extraviado.
Depois de quase 48 horas com a net completamente “off” eis que ela dá um ar da sua gracinha. Mas foi uma piada efémera. Durou apenas uns minutos.
Já lá vão três dias e continuo completamente cego perante a “rede”.
Continuo à espera dos “experts”.
Por aqui a net continua com a banda super estreita. Parece uma fonte a brotar água no deserto do Saara. Depois de três mail’s sem resposta, impunha-se um protesto telefónico ao quinto dia de serviço deficiente. «Sim...parece haver uma anomalia no acesso à máquina» disse o brasileiro que me atendeu. «Concertar a avaria? Só para a semana é que há vaga!»Não adianta protestar, pois não há nenhuma vaga para amanhã. A seguir vem o sábado e o domingo e não há reparações. «Pode ser em horário pós laboral mas isso só para o fim do mês!»
Pois é quem quer, quer, quem não quer, pensa em mudar de operador ( o melhor será talvez de país).
As minhas sinceras desculpas aos meus amigos pelo meu absentismo aos vossos recantos, mas quando há tempo não há “rede”, quando há “rede” (esta é do patrão) não tempo.
É assim que anda a minha net desde domingo. Será que apanhou alguma insolação ou meteu férias para ir ao futebol? O fornecedor do serviço parece seguir a táctica “tudo ao molho e fé em Deus”. Ou será que tudo isto não passa de um protesto silencioso?
A continuar assim terei de passar a entregar os posts em mão. Sempre é capaz de ser mais rápido....





O dia 12 de Junho tem vindo a ser consagrado pela OIT, desde 2002, ao combate contra o trabalho infantil no mundo.
Este ano, o dia 12 de Junho focaliza-se no trabalho doméstico infantil.
No total de cerca de 200 milhões de crianças que trabalham no mundo, torna-se difícil estimar o número dos que trabalham em tarefas domésticas ao serviço de terceiros.
Sabe-se, no entanto, que o trabalho doméstico infantil escapa, a maior parte das vezes, aos olhares exteriores e dá assim lugar em muitos casos, a formas extremas de exploração.
As raparigas, sobretudo, estão submetidas quantas vezes a longas horas de trabalho, sem repouso, sem remuneração ou auferindo quanto muito uma remuneração simbólica. Sem protecção social e jurídica, estão por vezes sujeitas à exploração, aos abusos sexuais e à violência.
Crianças privadas da frequência da escola, do contacto com a família, da convivência com outras crianças da mesma idade - crianças cortadas do mundo, crianças a quem a infância é roubada!
No caso de um jovem de menos de 18 anos ser submetido a trabalhos domésticos que apresentem perigos para a sua saúde física e o seu desenvolvimento e equilíbrio psicológicos, está-se perante aquilo a que a convenção nº182 da OIT (1999) considera serem "as piores formas de trabalho de crianças".
Tal como preconiza esta Convenção Internacional - ratificada até à data por 150 países, entre os quais Portugal - as piores formas de trabalho das crianças devem ser interditas pelos Estados membros a muito curto prazo.
No âmbito do Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, a OIT publica um estudo sobre o trabalho doméstico das crianças, intitulado "Helping Hands or Shackled Lives? Understanding child domestic labour and responses to it". A autora, Dra. June Kane, sublinha neste estudo que "o trabalho destas crianças, a mais das vezes invisível, não se resume a uma ajuda doméstica: estamos perante crianças que são empregadas num local de trabalho, mesmo se se trata de uma casa particular. Interessa, pois, trazer estas situações para a luz do dia e prestar-lhes toda a nossa atenção".
....às vezes aldraba-se.
Os naturais de Picha, localidade de Portugal, e de Fucking, na Áustria, estão unidos pela mesma luta: Ninguém lhes rouba o nome à sua terra natal!
Lá como cá, os seus naturais têm muito orgulho no nome do torrão natalício.
O Trânsito Solar de Vénus, que muito tem sido anunciado nas últimas horas pela comunicação social, está prestes a acabar.
Todas as farmácias ao redor do meu local de trabalho (Lisboa), esgotaram os preciosos óculos necessários a uma observação protegida do fenómeno.
Um colega meu conseguiu que lhe empestassem, numa farmácia, um par de óculos.
Ao observar o fenómeno, confesso que fiquei muito desiludido; o ponto sobre a superfície solar era minúsculo. Cheguei mesmo a questionar se esse ponto era Vénus ou uma cagadela de mosca na vidraça do edifício. Todas as imagens que tinha visto, um pouco por todo o lado, imprensa e net, convenceram-me que a desproporção de Vénus ao Sol seria muito menor.
Assim e para além da importância astronómica do facto, o efeito lúdico para a maioria das pessoas será muito reduzido.
No fundo o aspecto mais relevante do fenómeno é a raridade do mesmo. Com visibilidade em Portugal o próximo trânsito solar de Vénus só ocorrerá daqui a 113 anos.